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A expressão artística de Leila Knijnik investiga o corpo feminino como epicentro de poder, conflito e identidade. Navegando entre a pintura e a escultura tridimensional, seu trabalho explora os símbolos que moldam e, por vezes, aprisionam a mulher na sociedade.


Em suas séries, Leila analisa temas como a violência de guerra, que transforma o corpo em extensão do território invadido; a maternidade, em sua dualidade de criação e subjugação; e o vestir, simbolizado pelo corselete como a casca vazia de uma identidade negada.


Com uma voz que ecoa pensadoras como Simone de Beauvoir e artistas como Louise Bourgeois, Leila transforma materiais como arame e papel machê em declarações de resistência. Sua arte não apenas expõe as amarras, mas também celebra a resiliência e a capacidade de reinvenção.


Este site é um convite para adentrar seu processo criativo e suas reflexões. Explore as obras que compõem um poderoso manifesto sobre o que significa reivindicar o próprio corpo como um território de liberdade.